
Como sabemos, há um pré-requisito para dar o cu, o chamado Fator CC, chuca e camisinha. Nada mais desagradável do que passar um cheque no bofe e nada mais arriscado que fazer sexo sem preservativo. Assim, antes de começar algo que vai ser difícil, adote o mesmo procedimento da aviação civil antes da decolagem ("tripulação cheque de portas") e verifique se tem camisinha na carteira (se você for fina), na bolsa (se for quase-trava), na pochete (se for quaquá) ou na mochilinha (se for periférica) e em seguida cheque a chuca (lembra? "lambe o dedinho, enfia o dedinho, cheira o dedinho... hmmm.. tá perfumado") e só comece a brincadeira se tudo estiver de acordo. Caso positivo, se jogue no bofe, biba!
Nas odiosas relações heterossexuais as preliminares servem para lubrificar a vagina (aff, desculpem dizer tamanho palavrão), mas não é porque o edyzinho não se autolubrifica que nós vamos dispensar essa fase da foda e partir logo para a penetração, a não ser que você esteja num canto escuro da boate ou em um banheiro público - aí vale tudo: é baixar as calças e pau-no-cu!!! Mas em situações mais tranqüilas e com mais tempo, vamos lamber, chupar, beijar, mordiscar nosso macho até ele ficar louco para nos possuir. Aí sim é hora de a passiva mostrar seu poder, dando uma cavalgada inesquecível!!!
Há, porém, dois pontos a considerar. O primeiro é não ir com muita sede ao pote. Por incrível que pareça há ativos que se intimidam quando encontram uma passiva muito tarada e se retraem. Por isso é aconselhável sondar o terreno primeiro, demonstrando uma certa timidez no início, um pouco de recato (se não souber o que é isso, busque a sua memória emotiva e lembre-se de que em algum momento da sua vida você já teve pudor) e vá aos poucos se soltando, sempre observando as reações dele, e se ele corresponder, pule, grite, urre, assovie!!
Da mesma forma, é sempre bom fazer cara de quem está sentindo dor quando ele começar a penetrar, para não parecer larga. Mas cuidado, não se pode exagerar e parecer que está morrendo. A medida certa é a cara de putinha-com-dor, um certo ar de Mona Lisa, meio sorrindo, meio chorando. Mas cuidado, é melhor treinar no espelho antes, pois essa é uma das expressões mais difíceis de conseguir e é perigosa também. Se não for na medida certa, ou vai ficar caricata e o bofe vai notar que é fingimento, ou se for muito exagerada ele vai ficar assustado achando que está te matando e vai parar de meter. Portanto, não tente por em prática antes de ter certeza de que conseguiu achar a medida certa.
Deixando de lado essas questões psicológicas, vamos partir para um aspecto prático que faz com que muita bonita seja reprovada no teste do sofá. Já estou cansada de ouvir bobagens do tipo "quero dar, mas dói muito" ou "quando estou dando parece que estou cagando". Isso acontece porque as bibas contraem o edy na hora de dar ou então acham que basta relaxar o cuzão para a rola entrar cantando. Não é nada disso! Contrariando Gandhi, é necessário aprender a técnica da resistência ativa. Na hora que o cacete estiver forçando passagem, o edy não pode se acovardar e contrair com medo da dor.
A passiva precisa ser forte e enfrentar-de-frente (mesmo que esteja de costas) a vara que está prestes a lhe empalar. O segredo para uma boa penetração é fazer força para fora, como se estivesse cagando. Quando o pau começar a pressionar o edy, principalmente se começar a doer um pouquinho, tenha coragem e abra o cuzinho para a rola, da maneira que você faz quando está soltando um barro. Dessa maneira o cacete vai entrar fácil e você não sentirá dor, aproveitando ao máximo a trepada.
Faça o teste e depois conte tudo para ela.
Beijos a todos!!